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#AssociadoemFoco: Continental, uma empresa de 74 anos e de olho no futuro
Postado em: 25/03/2020
#AssociadoemFoco: Continental, uma empresa de 74 anos e de olho no futuro

Pense numa transportadora com muita história para contar... Assim é a Continental, que além de ser a mais antiga empresa capixaba na atividade de transporte de carga geral fracionada, é também a mais antiga associada do Transcares.  São 74 anos de estrada e a experiência adquirida ao longo deste período ajudou a equipe a enfrentar desafios. Desafios como a pandemia do novo coronavírus, que impôs uma drástica mudança na rotina da transportadora. Seguindo as orientações das autoridades de saúde pública no Brasil, a diretoria adotou como medidas internas a redução do quadro de funcionários e o afastamento temporário daqueles inclusos no grupo de risco, além de implementar as práticas de higiene recomendadas.


“Está difícil falar em rotina neste momento, mas precisamos dar continuidade às nossas atividades. Nossos times estão reduzidos e trabalhando na medida do possível. As entregas estão comprometidas, mas o mercado não pode parar completamente e temos que manter a entregas acontecendo em pontos que necessitam de mercadorias para o enfrentamento da crise”, destacou o Gerente Regional, Fábio Campestrini, completando em seguida.


“Ao longo da história, toda vez que o negócio dava sinais de melhora, novos problemas no mercado surgiam e com isso aprendemos que nosso negócio não permite que saiamos da austeridade financeira. Nossa diretoria, com toda experiência, nos conduz por esse caminho e as empresas chegam sempre mais preparadas em momentos como o que estamos vivendo”.


As palavras do paulista Campestrini, que tem cinco anos de empresa e chegou ao Espírito Santo em janeiro de 2019 para reforçar o time da matriz, está bem alinhada à cultura da Continental, empresa conhecida pela governança austera e boas práticas.


Segundo ele, um dos motivos que fez a empresa chegar onde chegou – no Brasil, 70% das empresas familiares, como é o caso da Continental, não sobrevivem à primeira sucessão e menos de 5% sobrevivem à segunda – foi a atuação diferenciada de seus sócios: a boa gestão de Paulo Roberto Ribeiro de Abreu e a carreira associativista de sucesso de Tânia Drummond, que “arrastou a marca Continental Brasil afora”.  


Mas a receita do sucesso da gigante capixaba de Cobilândia não para por aí. A Continental, que já está na quarta geração da família – com três gerações trabalhando juntas: Paulo, a filha, Roberta, e a neta, Raisa Drumond –, tem investindo pesado na sucessão e está qualificando a própria Raísa. Integrante da Comjovem (Comissão de Jovens Empresários e Executivos do TRC), a jovem de 28 anos ocupa atualmente o cargo de Gerente de Filial, no Rio de Janeiro.


Outro pilar de diferenciação é o fato da empresa estar acompanhando todo o movimento de transformação digital que marca o mercado tudo. “Somos uma empresa tradicional, mas nossos executivos sabem que não podemos ficar de fora desse processo. A regra é manter a tradição e ser jovem no mercado”, argumenta o gerente, que destaca, também, as boas práticas da transportadora.


A construção sólida e a experiência de quase sete décadas e meia de história é que dão a Campestrini a certeza de que mais essa tempestade vai passar.


“Três pilares básicos estão norteando nossas atitudes neste período: a responsabilidade com os brasileiros e o desenvolvimento do Brasil; a responsabilidade com nossos colaboradores e famílias; e a responsabilidade com nossos embarcadores e clientes. Baseados nesses princípios, todas as nossas ações visam acalmar o mercado e manter nossos atendimentos. O momento é de manter os pés no chão, apertar os cintos nas despesas, otimizar as operações, as equipes, manter o atendimento e enfrentamento a esta situação e, principalmente, planejar o pós-crise!”


 

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