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Restrição do tráfego de caminhões na Serra: TRC&Log reitera preocupação e destaca dificuldades
As discussões acerca da restrição do tráfego de caminhões acima de 23 toneladas na Avenida Mestre Álvaro, na Serra, continuam agitando o segmento de cargas e logística e nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, foi realizada a terceira reunião envolvendo o tema, na sede da Associação dos Empresários da Serra (Ases). O Transcares, cujos diretores e empresários estiveram presentes nas anteriores, dias 23 de dezembro e 22 de janeiro, marcou presença mais uma vez. Desta vez, participaram o vice-presidente, Fernando De Marchi, os diretores Karla Diniz e Sidnei Bof, o superintendente, Mário Natali, o gerente, Gustavo De Muner, e o assessor jurídico Marcos Alexandre, além dos associados Flávio Fernandes (Transuíça), Juliano Olioza (Expresso Serrano) e Carolina Elir (Top Trans).
Durante a reunião, o setor empresarial reiterou a preocupação com a intervenção proposta pela Prefeitura da Serra, no trecho entre o viaduto de Carapina e a entrada da Avenida Eldes Scherrer. Foram destacadas as principais dificuldades relacionadas ao projeto, como a ausência de áreas adequadas para aguardo de veículos, a falta de vias adjacentes compatíveis com o fluxo de caminhões e a extensão da rota alternativa, estimada em 58 quilômetros, o que acarretaria aumento significativo nos custos logísticos.
Também foi reforçada a necessidade de otimização da sinalização e dos sistemas semafóricos, além da importância de diálogo técnico e planejamento prévio antes da implementação de qualquer restrição.
Além do segmento de cargas e logística, também marcaram presença representantes da Arcelor, Biancogrês, Extrabom, Findes, e Fecomércio, além de outros empresários do município.
Durante a reunião, o setor empresarial reiterou a preocupação com a intervenção proposta pela Prefeitura da Serra, no trecho entre o viaduto de Carapina e a entrada da Avenida Eldes Scherrer. Foram destacadas as principais dificuldades relacionadas ao projeto, como a ausência de áreas adequadas para aguardo de veículos, a falta de vias adjacentes compatíveis com o fluxo de caminhões e a extensão da rota alternativa, estimada em 58 quilômetros, o que acarretaria aumento significativo nos custos logísticos.
Também foi reforçada a necessidade de otimização da sinalização e dos sistemas semafóricos, além da importância de diálogo técnico e planejamento prévio antes da implementação de qualquer restrição.
Além do segmento de cargas e logística, também marcaram presença representantes da Arcelor, Biancogrês, Extrabom, Findes, e Fecomércio, além de outros empresários do município.